Tag: alfabetização matemática

  • Número Secreto

    Número Secreto

    O-lá!

    Muita gente reconhece o quanto a matemática está em tudo: nas compras do mercado, no trabalho, na organização do tempo, na compreensão de dados… Ainda assim, com frequência, a disciplina ganha fama de “difícil” ou “distante da vida real”.

    Como lembram os autores:

    A matemática é uma ciência curiosa e interessante, cujas aplicações na vida cotidiana e no mundo do trabalho e das ciências são de importância reconhecida por todos. Entretanto, a imagem pública da matemática escolar, construída ao longo das décadas, parece divorciada da importância que a ela se atribui” (BIGODE; FRANT, 2011, p. 6)

    Nossa proposta com o jogo “Número Secreto” é contribuir para aproximar a matemática da experiência da criança, transformando o conteúdo em descoberta, investigação e conversa. Ao ler pistas, comparar possibilidades e justificar a resposta, a criança vivencia a matemática como linguagem para pensar, e não apenas como um conjunto de contas.

    O que a criança pratica ao jogar:

    • Pensamento lógico-dedutivo: encadear pistas, eliminar hipóteses e sustentar a escolha final com argumentos (ex.: “é 50 porque é par, está entre 46 e 51 e não é o dobro de 24”).
    • Compreensão da reta numérica (0–100): ordenar, estimar, perceber intervalos (“maior que… menor que…”), localizar números e pensar em vizinhanças numéricas.
    • Fatos básicos e operações: somar, subtrair, multiplicar e dividir.
    • Propriedades simples dos números: par/ímpar, composição e decomposição (10 + 15), aproximações e pistas ligadas a tabuadas familiares.
    • Linguagem matemática e clareza comunicativa: ler com atenção, interpretar “maior que e…” e explicar o raciocínio ao colega.
    • Funções executivas: atenção sustentada, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva e autocontrole.

    Por que funciona:

    • Contexto de brincadeira: a dinâmica de descobrir o número cria propósito e engajamento.
    • Pistas curtas e progressivas: cada carta pede combinar informações; nenhuma pista isolada resolve tudo, o que favorece o pensamento lógico-dedutivo e evita chutes.
    • Feedback imediato: ao verificar a resposta, a criança percebe onde acertou ou errou e ajusta estratégias.
    • Generalização: os mesmos modos de pensar (comparar, estimar, justificar) aparecem na vida diária, como no troco, na leitura de tabelas e de horários.

    Mediação que potencializa a aprendizagem:

    Modelar a leitura das pistas: ler pausadamente e sublinhar palavras-chave (“maior que…”, “par/ímpar”, “dividir por 2”).

    Pedir justificativas: “qual pista eliminou esse número?” e “o que te fez trocar de hipótese?”.

    Ufa! Cansei… Rsrs! Vamos a explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana.
    2. Deixe as fichas em uma pilha.
    3. Cada jogador, na sua vez, pega uma ficha da pilha e lê as pistas para o outro jogador tentar descobrir o número secreto.
    4. Se acertar, quem adivinhou fica com a ficha. Se errar, quem leu as pistas fica com a ficha.
    5. Vence quem conquistar mais fichas ao final.

    Quando a matemática aparece em forma de investigação, ela retoma seu lugar de origem: uma maneira potente de observar, perguntar, testar e concluir. É isso que o “Número Secreto” oferece: um convite para que cada criança se sinta capaz de pensar matematicamente e encontre prazer em descobrir, pista a pista, como os números se organizam e fazem sentido.

    É isso, gostou do que viu por aqui? Que tal me deixar saber?

    Um abraço e até o próximo post.

    Referência Bibliográfica

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 fichas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar 🙂

    Talvez você queira saber:

    1. Para qual faixa etária o jogo é indicado?

    O Número Secreto é indicado, em geral, para crianças de 6 a 9 anos, podendo variar conforme os conhecimentos prévios da turma. Para as crianças menores ou em fase inicial, é fundamental oferecer apoio concreto e visual (tampinhas, palitos de picolé) para os cálculos, além, claro, de mediação próxima do adulto.

    2. Como organizar a dinâmica do jogo com a turma?

    Funciona muito bem jogar em duplas, alternando os papéis de leitor e detetive a cada carta; em turmas maiores, organize estações e faça rodízio entre as duplas.

    3. Como lidar com erros e evitar chutes?

    Estabeleça a regra de que a criança só responde depois de ouvir as três pistas e sempre com justificativa do tipo “é 50 porque…”. Peça que ela liste dois ou três candidatos no tabuleiro e vá eliminando cada um dizendo qual pista descartou, antes de decidir. Ofereça feedback imediato, perguntando “Por que você eliminou este número?” e modelando o raciocínio quando preciso.

  • Lince Adição e Subtração

    Lince Adição e Subtração

    O-lá!

    Quando pensamos no ensino da matemática para crianças, uma dúvida comum surge: a adição deve ser ensinada antes da subtração? Ou podemos introduzi-las simultaneamente? Para responder a essa questão, é essencial considerar as condições maturacionais e os estudos sobre o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático.

    Pesquisadores como Constance Kamii, baseando-se nas teorias de Piaget, destacam que a construção do conhecimento matemático ocorre a partir da ação da criança sobre o meio. Isso significa que a criança precisa experimentar, manipular e refletir sobre quantidades antes de compreender plenamente as operações matemáticas.

    Nos primeiros anos, as crianças desenvolvem o conceito de número progressivamente, passando por fases importantes, como:

    • Correspondência um a um: relacionar um objeto a outro (exemplo: uma colher para cada prato);
    • Classificação e seriação: identificar semelhanças e ordenar objetos;
    • Cardinalidade: entender que o último número contado representa a quantidade total.

    Após consolidar esses conceitos, a criança está mais preparada para compreender operações matemáticas como a adição e a subtração.

    Adição ou subtração: qual vem primeiro?

    A maioria dos teóricos concorda que a adição deve ser apresentada antes da subtração. Isso ocorre porque a adição está diretamente ligada à ideia de juntar quantidades, um conceito mais concreto e intuitivo para as crianças pequenas. Já a subtração exige um nível maior de abstração, pois envolve a ideia de retirar ou comparar quantidades, o que demanda uma compreensão mais avançada sobre o sistema numérico.

    Algumas abordagens mostram que, dependendo do contexto, a subtração pode ser apresentada como uma operação complementar à adição. No entanto, sua plena compreensão geralmente acontece após a criança já ter familiaridade com a soma.

    Agora, o mais importante é garantir que a criança tenha experiências concretas antes de lidar com os símbolos matemáticos. O uso de jogos, materiais manipuláveis e situações do cotidiano facilita essa construção do conhecimento. Conforme Kamii & Declark (1997, p. 19) destacam:

    Quando as pessoas são encorajadas a pensar, a estudar e expressar sua discordância, elas geralmente chegam à verdade mais rápido do que quando suas opiniões não são valorizadas.

    Isso reforça a importância de permitir que as crianças argumentem, discutam estratégias e aprendam por meio da troca de ideias.

    Uma forma eficaz e divertida de estimular essa vivência concreta com os números é por meio de jogos. O Lince de Adição e Subtração é uma excelente opção para trabalhar a atenção, o pensamento lógico, a percepção visual e a tomada de decisões rápidas. Ah, e um detalhe importante: você pode retirar as fichas de subtração caso a criança ainda precise de mais tempo e vivências com a adição antes de avançar. Essa flexibilidade torna o jogo mais acessível e ajustável conforme a fase de aprendizagem da criança.

    Além disso, ele favorece momentos em que as crianças confrontam respostas e discutem diferentes estratégias de resolução, promovendo o pensamento crítico e a autonomia. Assim, a aprendizagem acontece de forma mais significativa e prazerosa

    Sugestão de uso:
    1. Coloque o tabuleiro em uma superfície plana e as fichas dentro de um saco;
    2. Cada criança, na sua vez, pega uma ficha;
    3. Todas as crianças, ao mesmo tempo, resolvem a operação matemática e, em seguida, procuram o resultado no tabuleiro;
    4. Quem encontrar primeiro fica com a ficha;
    5. Ganha quem conquistar mais fichas.

    Para finalizar, é sempre importante frisar que o mais importante é respeitar o desenvolvimento natural de cada criança. Mais do que seguir uma sequência rígida, é fundamental proporcionar experiências ricas e desafiadoras para que os alunos construam um pensamento matemático sólido e autônomo.

    É isso! Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar 😉

    Um abraço e até mais!

    Referência Bibliográfica:

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 48 fichas (24 de adição e 24 de subtração)  ;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e usar 🙂

    VALOR PROMOCIONAL DE LANÇAMENTO ATÉ AMANHÃ (27/03/2024).

    Talvez você queira saber:

    1) Existe uma idade ideal para começar a ensinar adição e subtração?

    Não há uma idade exata, mas geralmente a adição é compreendida por volta dos 5 ou 6 anos, quando a criança já tem noção de número e quantidade. A subtração vem depois, pois exige mais abstração. O mais importante é respeitar o ritmo da criança e oferecer experiências concretas antes da abstração.

    2) Crianças que memorizam contas sem compreender os conceitos terão dificuldades no futuro?

    A memorização isolada de contas sem a compreensão dos conceitos pode prejudicar o aprendizado matemático a longo prazo. Isso porque a criança pode ser capaz de repetir resultados sem entender o porquê das operações. Esse tipo de aprendizado mecânico pode gerar dificuldades quando forem introduzidos problemas mais complexos que exigem raciocínio lógico e flexibilidade de pensamento. O ideal é garantir que a criança compreenda os princípios da adição e subtração antes de incentivar a memorização de fatos numéricos. Jogos, atividades concretas e situações do cotidiano ajudam a construir esse entendimento de forma mais significativa.

  • Decodifique e Calcule

    Decodifique e Calcule

    O-lá!

    A adição é uma das primeiras operações matemáticas que as crianças aprendem e está diretamente relacionada à construção do pensamento lógico e ao desenvolvimento do raciocínio matemático. Mas como podemos introduzir essa habilidade de forma significativa e engajadora?

    Antes mesmo de apresentar os símbolos matemáticos, é essencial permitir que as crianças explorem materiais concretos e situações do cotidiano que envolvam a soma de elementos. Blocos, tampinhas, palitos e fichas são excelentes recursos para ilustrar a soma de quantidades. Ao manipular e visualizar a união de conjuntos, a criança constrói uma compreensão mais intuitiva antes de passar para a representação numérica.

    Bigode e Frant (2011, p. 33) destacam a importância desse processo exploratório:

    […] se observarmos as crianças explorando materiais e enfrentando problemas, veremos que elas são capazes de desenvolver estratégias diversas e não convencionais para resolver aqueles problemas de natureza aditiva, algumas bastante engenhosas.

    Isso significa que, em vez de ensinar apenas um método fixo, devemos incentivar a criatividade e a experimentação das crianças, permitindo que elas descubram diferentes formas de resolver problemas aditivos.

    Após explorar a adição de maneira concreta e visual, as crianças podem começar a registrar suas descobertas com números, consolidando a aprendizagem.

    Minha proposta de hoje é o jogo “Decodifique e Calcule”, que contribui não apenas para o desenvolvimento da habilidade de adição, mas também para a atenção e o pensamento lógico. Além disso, esse jogo estimula a autonomia na busca por informações e na realização de cálculos.

    Sugestão de Uso:
    1. Apresente a tabela para a criança. Deixe que ela explore os símbolos, seus nomes, cores e os números correspondentes a cada um.
    2. Introduza uma página do “Decodifique e Calcule”. A criança precisará substituir os símbolos por seus respectivos números, recorrendo à tabela como apoio.
    3. Após identificar os números, a criança faz as somas e registra os resultados.
    4. Para conferir as respostas, a criança levanta o papel que cobre o resultado.
    Quer ampliar o desafio?

    Acrescente uma sineta! A criança que terminar primeiro o cálculo bate na sineta e marca um ponto. Ganha quem conquistar mais pontos ao longo da atividade.

    Por fim, é importante estarmos cientes que cada criança desenvolve a compreensão da adição no seu próprio ritmo. Algumas rapidamente percebem padrões, enquanto outras precisam de mais experiências concretas antes de se sentirem confortáveis com os números. O papel do educador é observar, interagir e valorizar as estratégias utilizadas pela criança, garantindo que ela construa seu conhecimento de forma autônoma e significativa.

    Gostou do que viu por aqui? Amo saber se estou contribuindo! Esse retorno dá sentido ao meu trabalho. 💛

    Um abraço e até mais!

    Referência Bibliográfica

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 32 desafios;
    • 01 tabela;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    Talvez você queira saber:

    1) Qual a idade ideal para começar a ensinar adição para uma criança?

    Não há uma idade exata para iniciar o ensino da adição, pois o desenvolvimento matemático acontece de forma gradual e varia de criança para criança. No entanto, por volta dos 4 ou 5 anos, as crianças já começam a demonstrar interesse e capacidade para compreender relações numéricas simples, como juntar quantidades.

    Atividades como contar brinquedos, dividir lanches e brincar de agrupar objetos são formas naturais de introduzir a ideia de soma antes da formalização do conceito matemático.

    O jogo “Decodifique e Calcule”, sugiro por volta dos 5/6 anos.

    2) Por que é importante introduzir a adição com materiais concretos antes de apresentar os símbolos matemáticos?

    A aprendizagem matemática começa no concreto e se desenvolve gradualmente até alcançar o pensamento abstrato. Quando as crianças manipulam objetos para resolver problemas aditivos, elas conseguem visualizar e compreender o que significa “juntar” quantidades antes de lidar com números e símbolos.

    O uso de materiais concretos, como blocos, tampinhas, palitos e fichas, possibilita que a criança estabeleça conexões entre a experiência sensorial e a representação numérica. Isso evita que a adição seja apenas uma regra mecânica e ajuda na construção do pensamento lógico.

    Além disso, permitir que a criança descubra estratégias próprias ao manipular materiais estimula a autonomia e a flexibilidade cognitiva, tornando o aprendizado mais significativo e duradouro.

    3) O jogo “Decodifique e Calcule” pode ser usado com crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem em matemática, como discalculia? Como adaptar?

    Sim, o jogo pode ser utilizado com crianças que apresentam discalculia ou outras dificuldades matemáticas, desde que sejam feitas algumas adaptações para tornar a aprendizagem mais acessível e eficaz. Algumas estratégias incluem:

    • Comece com desafios mais fáceis: Introduza atividades mais simples e aumente a dificuldade progressivamente. O uso de materiais concretos, como material dourado ou palitos de picolé, pode ser um apoio importante no início da aprendizagem.
    • Tempo maior para resolução: Crianças com dificuldades precisam de mais tempo para processar informações, então evite a pressão por velocidade nas primeiras etapas do jogo.
    • Intervenção verbal: Estimule a criança a verbalizar os passos do cálculo, explicando seu raciocínio. Isso pode fortalecer sua compreensão do processo aditivo e ajudá-la a organizar o pensamento matemático.
  • Pista Matemática

    Pista Matemática

    O-lá!

    O desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático não se limita apenas à habilidade de contar ou resolver operações matemáticas simples, mas abrange a capacidade de pensamento lógico, resolução de problemas e a habilidade de compreender e manipular conceitos matemáticos de forma mais ampla.

    A interação social desempenha um papel fundamental nesse processo. Como apontam Kamii e DeClark (1997, p. 173):

    Interação social é valorizada na abordagem piagetiana por causa da sua importância para a construção do conhecimento lógico-matemático. De acordo com Piaget, a confrontação de pontos de vista leva a criança a descentrar e frequentemente resulta num nível maior de coordenação (concentração).

    Ou seja, quando as crianças interagem umas com as outras, elas têm a oportunidade de compartilhar diferentes perspectivas e soluções, o que enriquece seu entendimento e promove um aprendizado mais profundo.

    Os jogos educativos são ferramentas poderosas para facilitar esse tipo de interação e aprendizagem. Jogos de tabuleiro, cartas e outros jogos didáticos criam um ambiente lúdico onde as crianças podem explorar conceitos matemáticos de maneira divertida e envolvente. Eles incentivam a cooperação, a competição saudável e a troca de ideias, fatores que são essenciais para o desenvolvimento cognitivo.

    Além disso, os jogos permitem que as crianças aprendam no seu próprio ritmo e façam descobertas por si mesmas. Eles proporcionam uma experiência prática e concreta, fundamental para a compreensão dos conceitos abstratos da matemática. Quando uma criança está envolvida em um jogo de matemática, ela está resolvendo problemas, tomando decisões e raciocinando logicamente, habilidades que são transferidas para outras áreas de sua vida escolar e pessoal.

    Por exemplo, jogos como “Marque a Igual”, que desenvolvemos, ajudam as crianças a entenderem direções e posições espaciais, enquanto jogos de operações matemáticas, como o “Pista Matemática”, este que eu trouxe como sugestão hoje, permitem que elas pratiquem adição e subtração de maneira divertida e interativa. Esses jogos não só reforçam o aprendizado matemático, mas também estimulam o pensamento crítico e a resolução de problemas.

    Agora vamos entender como utilizar o jogo Pista Matemática?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e, as cartas, em uma pilha;
    2. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha;
    3. Coloca um marcador no resultado que ela pensa ser o correto;
    4. Após, confere no tabuleiro se o resultado está correto. Adição o carrinho deve ser levando para frente. Subtração, dar ré. 😉 (veja o vídeo para uma melhor compreensão). Se acertou, fica com a carta.
    5. Se virar uma carta que está escrito “Pare”, passa a vez;
    6. Ganha o jogo o primeiro que conquistar 3 cartas.

    É isso! Você gostou do jogo? Que tal se você utilizar, contar pra mim como foi? Eu vou amar saber.

    Para finalizar, é importante nós sabermos que os jogos educativos são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático das crianças. Eles tornam o aprendizado uma experiência prazerosa e eficaz, preparando as crianças para os desafios futuros com uma base sólida e bem construída.

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 32 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 figura carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

     

  • Deu Bam!

    Deu Bam!

    Oieee!

    Gente, hoje vamos falar de matemática! Não, vamos falar de jogos! Não, vamos falar de pensamento lógico! Não, vamos falar de diversão! Não, vamos falar de aprendizagem! Não, vamos falar de tudo isso…rs É que, na verdade, tudo pode caminhar junto. E eu me esforço, mas não consigo compreender como brincadeiras e jogos são deixados de lado quando as crianças se encaminham para o Ensino Fundamental. É incrível como é aceitável na educação infantil e, depois, parece que o caderno precisa estar cheio de cópia. Desculpa, isso me incomoda!

    Com isso será que estou dizendo que as cópias devem ser abolidas da escola? Óbvio que não! Agora, a cópia pela cópia não constrói conhecimento. Repetição pela repetição, também não! Fazer as crianças escreverem o número 1 até preencherem uma linha inteira não estará fazendo com que elas compreendam o valor do número. Agora, dizer, por exemplo: “Quantos números 1 vocês acham que conseguem escrever em uma linha?” Isso já é diferente; fará com que as crianças sejam motivadas a pensar, levantar hipóteses e depois escrever para verificar. Entenderam?

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já construíram” (KAMII, 1997, p. 157).

    Os jogos são excelentes desencadeadores da aprendizagem. Durante um jogo diferentes pontos de vista podem ser expostos e confrontados. Cada criança precisa expor o que pensa e isso exige uma concentração e nível de pensamento muito maior. A criança está ali, inteira.

    Ai, ai! Tanto a ser dito, mas preciso economizar nas palavras porque sei que o meu texto precisa ser curto. Sendo assim, vou explicar o jogo de hoje. Vamos de maneira lúdica trabalhar unidade, dezena, centena e milhar. Uhuu!!!

    Tem arquivo PDF com as cartas e dados para o jogo em nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartas em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta, representa o número com os dados sobre o tabuleiro e fica com a carta. Outra criança repete o procedimento anterior. O jogo segue, mas  se a carta sorteada estiver escrito “BAM” é preciso devolver para dentro da sacola todas as cartas acumuladas até o momento pela criança. Ganha o jogo quem conseguir acumular três cartas primeiro.

    As crianças, simplesmente, amam esse jogo. Disponibilizar o material dourado para elas compreenderem no concreto também será excelente.

    Se você sentir que é possível determine um tempo para elas organizarem o número sobre o tabuleiro. 😉

    Um forte abraço e tchau!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 23 cartas;
    • 04 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Pense e calcule

    Pense e calcule

    Oieee!!!

    Gente, vocês gostam de trabalhar com material dourado? Eu gosto muito!!! Maria Montessori, para quem não sabe, foi a idealizadora. Há um tempo eu já publiquei um outro jogo que também é utilizado junto com material dourado.  Se não viu vale a pena conferir clicando aqui.

    Para a  atividade que eu trouxe como sugestão hoje, se vocês não tiverem o material dourado, utilizem algo que a criança possa contar, como palitos de picolé ou tampinhas de garrafa PET. Claro que, é preciso avaliar se a criança realmente precisa do concreto ou se já deve ser desafiada a contar apenas mentalmente. No final deste post tem o link para adquirir o arquivo PDF com as cartas e desafios para esta atividade. É enviado por e-mail.

    Como utilizar:

    A criança deverá observar o número disponível na apostila. Verificar nos quadros vazios quais cálculos ela precisará fazer para completá-los (adição ou subtração). Após, procurar a carta com a quantidade exata para colocar sobre o quadro corresponde. Ou seja, ela deverá pensar, calcular e relacionar os números às quantidades.

    Exemplo da imagem: Na apostila tem o número 38.

    Deverá diminuir 2 = 36

    Adicionar 5 = 43

    Acredito que aqui fica evidente o quanto que, dependendo do conhecimento prévio da criança, é importante ter algo concreto para ela contar. 🙂

    Espero que seja útil para vocês. 💕

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 páginas/desafios;
    • 20 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Multiplicação em fichas

    Multiplicação em fichas

    Oieee!!!

    Pensa num amor, agora multiplica ele por 9…rs Hoje tem arquivo PDF GRÁTIS preparado com todo o carinho do mundo!!! #podeavisarasamigas! 🙂

    Sabe quando já trabalhamos a tabuada no concreto e as crianças compreenderam e precisam de atividades para praticar, colocar em uso a multiplicação? A atividade de hoje tem esse objetivo, pois, sabemos que, só assim elas ficarão cientes dos conhecimentos que já adquiriram e dos que ainda precisam de mais estudo.

    Sugestão de materiais:

    • fichas com multiplicações (está disponível na nossa loja o arquivo PDF com esta atividade. Clique no final deste post para fazer o seu pedido. Este é GRÁTIS! #émuitoamorenvolvido💕;
    • tabuada;
    • canetinha ou lápis;
    • borracha ou flanela.

    Como utilizar:

    A criança escolhe uma ficha e deverá completar o que está faltando. No caso, poderá estar faltando o produto (resultado da multiplicação) . Ou, então, o multiplicando (quantidade que deve ser repetida para obter o resultado que consta na ficha). Após, confere na tabuada se completou corretamente.

    Exemplo da foto:

    2 x 7 = ……..
    ……. x 7 = 42

    Resposta:

    2 x 7 = 14
    6 x 7 = 42

    Como eu plastifiquei as minhas fichas a criança escreve com canetinha e, após o uso, apagamos com uma flanela. Se você aplicar papel Contact ou fita adesiva transparente terá o mesmo resultado.

    Por hoje foi isso!

    P.S. Esta atividade também pode ser utilizada com adolescentes.

    Clique abaixo em GRÁTIS para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 09 fichas;
    • Tabuada de Pitágoras;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail!

  • Desembaralhe

    Desembaralhe

    Oie!!!

    Gente, eu utilizo de três maneiras as cartas que trouxe como sugestão para vocês hoje. Tem arquivo PDF com elas disponível na nossa loja. É enviado por e-mail. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Primeira sugestão de uso:

    As crianças terão como desafio desembaralhar, ou seja, organizar as letras da carta na sequência correta e, também,  descobrir qual letra está faltando para escrever o nome da figura em destaque.

    Segunda:

    DesembaralheObservem que na margem superior das cartas coloquei números para representar temperatura máxima e temperatura mínima. Vamos utilizar estes números no jogo.

    Previamente é necessário combinar com as crianças se na jogada serão utilizados os números da esquerda (temperatura máxima) ou da direita (temperatura mínima). As cartas devem ficar em uma pilha com as imagens viradas para baixo. Após, uma criança vira uma das cartas. Depois é a vez de outra criança. Quem tiver virado a carta com o número maior fica com as duas cartas. Assim o jogo continua até não ter mais cartas na pilha. Ganha o jogo a criança que conseguir conquistar mais cartas.

    Terceira:

    Combinar com as crianças se serão utilizados os números da esquerda (temperatura máxima) ou da direita (temperatura mínima). Após, as crianças deverão organizar as cartas em ordem crescente e depois em ordem decrescente.

    Por hoje foi isso. Acho que o post já ficou muito grande, mas espero que tenha sido útil para vocês. Se pensarem em outras maneiras de utilizar as cartas falem pra mim, vou amar saber. Ok?!

    Bjuu

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Quanto gastou?

    Quanto gastou?

    Oie!!!

    Gente, quem acompanha o nosso trabalho já sabe que tudo que é publicado aqui foi preparado para alguma(s) criança(s) que estou atendendo. Certo? Então, por aqui percebi que, além da dificuldade com o cálculo matemático, havia um total desconhecimento de alguns conceitos como: promoção, gasto, desconto, diferença…

    A ideia que preparei para intervenção foi baseada em uma atividade que vi em um livro didático de matemática da editora Moderna.

    O arquivo em PDF com as cartas para esta atividade está disponível na nossa loja. Clique no link no final deste post.

    Será necessário:

    – um panfleto com produtos e preços.

    – cartas descrevendo o que cada personagem comprou.

     

    imageComo utilizar:

    A criança escolhe uma das cartas. Depois deverá observar os valores no panfleto para calcular quanto o personagem da carta gastou em sua compra.

     

    Outras possibilidades:

    – Verificar qual foi o produto mais vendido e o menos vendido da loja;

    – Observar qual o produto mais caro e o mais barato da loja;

    – Qual personagem gastou mais e qual gastou menos na loja;

    – Calcular quanto cada personagem teria gasto se os produtos não estivessem em promoção e quanto economizaram;

    – Calcular o percentual de desconto de cada produto;

    – Calcular o valor total dos produtos vendidos que estavam em promoção na loja.

    Ufa! Vocês têm mais alguma sugestão de como utilizar este material? Comentem vai, pô favô..rs

    Amo a participação de vocês!!!

     

    Obra consultada:

    PADOVAN, Daniela; GUERRA, Isabel Cristina; MILAN, Ivonildes. Matemática: alfabetização. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006, p. 105 – 106. (Projeto Presente).

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo em PDF com as cartas e panfleto para esta atividade. É enviado por e-mail.

  • Lince de matemática

    Lince de matemática

    Olá!!! Quem estava esperando um jogo bacana para trabalhar matemática, hein?

    Então, chegou com aquele 💗, carinho e dedicação de sempre!!!

    É necessário:

    – Cartas com operações matemáticas e um tabuleiro com o resultado (aplique papel contact). Na nossa loja há um arquivo em PDF com as cartas e um tabuleiro suuuper divertido. É enviado por e-mail (clique no link no final deste post);

    – canetinha;

    – flanela.

    Como utilizar o jogo:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma mesa. Organizem as fichas com as imagens para baixo. A criança deverá virar uma das fichas, resolver a operação matemática, procurar o resultado no tabuleiro e fazer um X com uma canetinha (após o uso poderá ser apagado com a flanela).

    Também poderá ser combinado um tempo para encontrar o resultado no tabuleiro e, quem conseguir, fica com a carta. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: Como vocês podem ver na imagem, as crianças utilizam as réguas numéricas para resolver as operações.

    Então, o que acharam deste jogo? Acho que vocês já sabem que após cada publicação eu fico aqui ansiosa aguardando os comentários, não é mesmo?!…rs
    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo em PDF com o tabuleiro e cartas para este jogo. É enviado por e-mail.